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PERFIL DO VIAJANTE

 

Quando agendamos um passeio ou uma viagem, as primeiras providências tomadas são o preparo das malas, a revisão do carro, a lista de compras, passagens (seja de ônibus ou de avião), documentos como passaporte e visto entre outras coisas, tudo para prever e evitar ao máximo os problemas. O que a maioria acaba esquecendo é que a vacinação também é um meio de prevenção de problemas.
As vacinas proporcionam proteção contra doenças que podem trazer aborrecimentos, gastos com tratamentos (remédios) e despesas médicas inesperadas durante as viagens ou mesmo no dia-a-dia. A partir de hoje, quando pensar em viagens e passeios, lembre-se de verificar também se está com as vacinas e reforços em dia e evite dores de cabeça em momentos que devem ser apenas de diversão.

Sobre a Medicina do Viajante

Já bem estabelecida e conceituada na América do Norte e Europa há duas décadas, a medicina do viajante é uma área relativamente nova no Brasil. Extremamente dinâmica, requer atualização constante dos profissionais prescritores no que diz respeito à epidemiologia do local de destino, bem como da situação individual do viajante (faixa etária, doenças de base, uso de medicamentos de rotina), do motivo da viagem (se ocupacional – incluindo o tipo de atividade a ser desenvolvido - ou turismo), tempo de permanência e condições de hospedagem, áreas de circulação e transporte entre outros fatores.
A vacinação deve ser feita com antecedência, aproveitando os intervalos para se conseguir uma melhor imunização (em média, de 15 a 30 dias). Ainda seguindo as orientações da International Society for Travel Medicine, orientamos que o momento da viagem deve ser aproveitado não só para aplicar as vacinas que se fizerem necessárias (específicas para o local de destino) como também para avaliar as vacinas de uso rotineiro.
Cada perfil de viajante traz diferentes riscos de aquisição de doenças. Muitos turistas, por exemplo, tendem a ser descuidados e muitas vezes procuram lugares “exóticos”, , hospedando-se em albergues e pensões sem uma boa estrutura ou acabam consumindo comidas típicas sem as devidas condições de higiene. É nesse âmbito que se coloca a questão da vacinação dos viajantes, indiscutivelmente é a intervenção em saúde que apresenta a melhor relação custo-benefício.
Considerando todas essas variáveis é que se torna possível desenvolver um programa efetivo ao viajante, com orientações adequadas para o antes, durante e depois da sua viagem.